Agricultores familiares sergipanos, mineiros e cariocas, além de estudantes e professoras de nutrição da Universidade Federal de Sergipe, Universidade Federal Fluminense e Universidade Ryerson (Canadá), estarão reunidos dia 6 de dezembro, em Aracaju (SE), das 9h às 18h, no auditório da Sociedade Semear, à Rua Vila Cristina, 148, para o seminário Parceria entre Escolas Saudáveis e Agricultura Familiar: percursos do atual PNAE.

A coordenadora do evento, Cecília Rocha (Ryerson), explica que o objetivo deste trabalho é discutir os objetivos do PNAE em relação à realidade de sua implementação em âmbito municipal, com foco na relação do programa com a agricultura familiar, “que tem um papel crucial neste processo, já que no mínimo 30% dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, deverão ser utilizados para a aquisição de gêneros alimentícios adquiridos diretamente do agricultor e empreendedor familiar rural ou de suas organizações”, afirma.

Por isso, explica a professora, “oportunizar a troca de experiências, informações e identificar as principais dificuldades na implementação da atual legislação da alimentação escolar, no Brasil, é nosso objetivo geral. Especificamente, visamos levantar recursos existentes que contribuirão, de alguma forma, para que os municípios possam superar dificuldades e até mesmo buscar possibilidades de futuras colaborações com as universidades participantes”.

Informações: http://dhesan.blogspot.com.br

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O Código de Ética de qualquer profissão pode ser definido como um estatuto onde são definidos os deveres e direitos concernentes a cada uma. Suas normas são elaboradas com o objetivo de proteger os profissionais de uma determinada categoria e também todas as pessoas que dependem dos serviços deste profissional. A partir do momento que um indivíduo passa a integrar uma categoria profissional, ele assume, a partir do Código de Ética, compromissos diversos, tais como agir com zelo e honestidade; prezar pelo sigilo; ter competência; respeitar os colegas e a classe, entre outros.

Isso vale para todos, inclusive para os Técnicos em Nutrição e Dietética. “Infelizmente, muitos TND desconhecem o Código de Ética da sua Profissão, por não perceberem sua importância no trabalho e na vida como um todo”, afirma Solange Carvalho de Santana (CRN-5/0251), Consultora e Assessora em Nutrição que atua como Coordenadora do Curso de Técnico de Nutrição da Escola Maria Pastor e da Prince Nutrição no Hospital Enesto Simões Filho, em Salvador-BA.

Acomodação

 

Segundo a Nutricionista, que lida com muitos Técnicos em Nutrição em seu dia a dia, uma das provas de que a maior parte desses profissionais desconhece o Código de Ética é o fato de poucos atentarem para as orientações do seu Artigo 2º, que versa sobre a necessidade de uma contínua atualização e ampliação dos conhecimentos técnicos e científicos “visando ao bem público e à efetiva prestação de serviços aos indivíduos e à coletividade”. “Geralmente, mesmo quando são oferecidas palestras gratuitas de capacitação voltadas aos TND, poucos comparecem. A maioria perde boas oportunidades de se qualificar continuamente, talvez por não entender a importância disso”, declarou.

O Artigo 9° do Código destaca que “O Técnico em Nutrição e Dietética poderá participar de pesquisas relacionadas à sua área de atuação, desde que observados os preceitos da Ética em Pesquisa e Legislação pertinente”. Apesar da participação em pesquisas não ser um dever do TND, esta possibilidade lhe é facultada e, infelizmente, pouco aproveitada.

Responsabilidades e competências

 

O Inciso III do Capítulo II do Código de Ética do TND apresenta que é dever deste Profissional “assumir responsabilidade somente por atividades que lhe competem pelas  características de seu histórico escolar, considerados, em cada caso, os  conteúdos das disciplinas que contribuem para sua formação profissional, respeitados como limites máximos as atribuições que lhe forem deferidas no registro profissional concedido pelo Conselho Regional de Nutricionistas”.

Infelizmente, durante as visitas fiscais do CRN-5, não é raro as fiscais encontrarem TND trabalhando sem a supervisão de um Nutricionista ou mesmo assumindo a função deste. Este fato vai de encontro às orientações disponíveis na seção III (Das Proibições) do Código de Ética.  “Sempre oriento os estudantes em formação e Técnicos já formados a não realizar serviços que não lhes competem. E, se forem ‘obrigados’ a fazer isso, que informem a improbidade ao CRN-5”, contou a Especialista em Qualidade de Alimentos.

Solange afirma que durante sua formação nos cursos técnicos, os TND são alertados insistentemente sobre as infrações ao Código de Ética e suas consequências, as quais podem chegar à perda do registro que lhe confere autorização para atuação. Mas nem sempre estes alertas surtem os efeitos desejados. “Seria interessante que, assim como acontece com os Nutricionistas atualmente, os Técnicos fossem obrigados a assistir uma palestra obrigatória promovida pelo CRN antes de receberem a carteira de habilitação profissional”, sugeriu.

Remuneração

 

O artigo 8º do Código de Ética supracitado destaca que “O Técnico em Nutrição e Dietética, empregado ou autônomo, deverá ter  remuneração que corresponda à efetiva retribuição pecuniária pelos serviços  prestados, observados os padrões e níveis salariais em vigor, quando da prestação de seus serviços profissionais (…)”.

Como na Bahia ainda não existe um sindicato da categoria que estabeleça um piso salarial ou uma tabela de honorários por serviços prestados pela categoria, diante do questionamento “Quanto devo cobrar ou qual o valor mínimo que posso aceitar como salário?”, Solange Carvalho estimula atuais e futuros Técnicos a se organizarem para formar o órgão que irá defender seus direitos trabalhistas. “Por ora, digo que não aceitem receber menos de dois salários mínimos para iniciar, fora alimentação e transporte. Se tiver outros benefícios, melhor ainda”, concluiu.

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O Conselho Regional de Nutricionistas da 5ª Região (CRN-5) firmou convênio de cooperação mútua com o Sindicato de Nutricionistas do Estado da Bahia (Sindnut Bahia) com objetivo de unir esforços para dar cumprimento à Resolução CFN nº 334/2004, que estabelece ser vedado ao Nutricionista aceitar remuneração abaixo do valor mínimo definido pela entidade sindical ou outra entidade de classe que defina parâmetros mínimos de remuneração.

O Sindnut Bahia acompanha os níveis salariais praticados no Estado dos Nutricionistas que atuam nas diversas áreas, tais como: Nutrição Clínica (Hospitais e Clínicas, Ambulatórios, Consultórios, etc.); Saúde Coletiva (Programas Institucionais, Unidades Primárias de Saúde, Vigilância Sanitária); Alimentação Coletiva (Unidade de Alimentação e Nutrição – UAN, Creches e Escolas, Restaurantes Comerciais, Hotéis e Similares, etc.); Indústrias de Alimentos, Esportes, entre outras.

O CRN-5, juntamente com o Sindnut Bahia, em ação fiscalizatória, verificou que estão sendo realizados concursos estabelecendo salários para Nutricionistas abaixo do piso da categoria. “O Sindicato preconiza que as empresas contratantes pratiquem pelo menos o piso salarial mínimo (indicado para recém-formados)”, destaca o presidente do Sindnut Bahia, Walter Moraes. “Entendemos que não seja intenção das Prefeituras Municipais praticarem valores divergentes com o estabelecido pelo Sindicato da categoria”, acredita a presidente do CRN-5, Valquíria Agatte.

Confira os valores mínimos atualmente válidos, definidos na Assembleia Geral realizada no dia 14 de setembro de 2013, no site www.sindnuba.org.br

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Nesta sexta-feira (22), o CFN realizou a entrega de premiação às vencedores do Concurso Nacional de Experiências Exitosas em Lanchonetes e Restaurantes Comerciais, promovido pelo conselho como uma das ações da campanha Alimentação Fora do Lar 2013. Cada uma delas recebeu placa em homenagem pelos trabalhos escolhidos e uma premiação extra, oferecida em parceria com a Asbran. Vão ter passagens e inscrições garantidas para participar do XXIII Conbran, que ocorrerá em setembro do ano que vem, em Vitória/ES.

Na próxima semana, os trabalhos serão divulgados em www.cfn.org.br

Parabéns às vencedoras!

Categoria: Boas Práticas na Produção de Refeições
1ª colocação: Ana Lúcia de Freitas Saccol (CRN-2)
2ª colocação: Elizângela França Teixeira (CRN-6)

Categoria: Educação Alimentar e Nutricional
1ª colocação: Priscila Pereira Santos (CRN-1)
2ª colocação: Luísa Arantes Vilela (CRN-9)

Categoria: Gestão de Resíduos 
1ª colocação: Bruna da Silva Gonçalves (CRN-8)

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Na contramão do que definiu a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça (19) um projeto de lei que autoriza a produção e venda de determinados remédios para emagrecer.

A proposta se refere a medicamentos feitos a partir de substâncias como sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol.

Os últimos três, do grupo das anfetaminas, foram proibidos em outubro de 2011, por determinação da Anvisa, que entendeu não haver comprovação da eficácia e que o risco do seu uso supera o benefício. A sibutramina foi mantida no mercado, mas com restrições.

A proposta foi aprovada em caráter terminativo pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara e, se não receber recurso para ser votado em cinco dias pelo plenário, segue para votação no Senado.

O texto original da proposta apresentada pelo deputado Felipe Bornier (PSD-RJ) queria proibir a Anvisa de atuar na regulamentação desse setor, mas os deputados entenderam que a medida poderia ser inconstitucional e preferiram liberar a comercialização sob prescrição médica.

Relator da matéria, o deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ), votou pela constitucionalidade da proposta. “Entendo que, em vez de proibir-se a Anvisa de vetar a produção e comercialização dos anorexígenos enumerados, como previa o projeto original, a solução mais certa é autorizar diretamente, por meio de projeto de lei, a produção, comercialização e consumo, sob prescrição médica”.

Dias depois da decisão que baniu parte dos emagrecedores e instituiu regras mais rígidas para o uso da sibutramina, em 2011, o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, classificou a venda dos inibidores no Brasil como “abusiva, muito alta, só crescente”.

A restrição ao uso dos inibidores de apetite foi duramente criticada por entidades médicas.

Procurada sobre a aprovação na Câmara, a Anvisa afirmou que não se manifestaria.

Autor/Fonte: AGÊNCIA FOLHA

 

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Até o dia 15 de dezembro deste ano, a população pode participar e enviar contribuições para o relatório “O papel da pesca e da aquicultura sustentável na segurança alimentar e nutricional”.

Há um ano, o Comitê de Segurança Alimentar Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu ao Painel de Alto Nível de Especialistas em Segurança Alimentar para desenvolver o estudo sobre pesca e aquicultura. O Painel tem como propósito avaliar a importância e relevância da pesca e da aquicultura relacionada à segurança alimentar, apontando as mudanças causadas, entre as quais se incluem a exploração excessiva do pescado e o auge da aquicultura, com a finalidade de compreender melhor essas mudanças e maximizar os efeitos positivos.

A consulta eletrônica será usada pelo Painel de Alto Nível de Especialistas em Segurança Alimentar para dar continuidade à elaboração do relatório. O professor Renato Maluf, conselheiro e ex-presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), faz parte do Comitê Diretivo do Painel.

Clique aqui para mais informações.

Fonte: FAO

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A Palestra “Interpretação de Exames Laboratoriais para Nutricionistas” promovida pelo CRN-5 em parceria com o Laboratório SABIN na última segunda-feira, 25 de novembro, no Auditório Centro Médico Aliança, surpreendeu os mais de 100 participantes do evento. Após as palavras de boas vindas proferidas pela Assessora Técnica do Conselho, Nutricionista Drª Leny Strauch, o médico clínico Dr. Adolfo Duarte, diretor médico da Clínica “Sallus – Saúde Integrada”, apresentou informações preciosas sobre “Interpretação de Exames Complementares na Síndrome Plurimetabólica”. O resumo desta apresentação pode ser conferido AQUI.

Após o coffee break, foi a vez da Bioquímica e gestora técnica do Laboratório Sabin, Dra. Tatiana Ferraz, ministrar a palestra “Novos Exames Laboratoriais para intolerância alimentar (mediada por IgG). Antes disso, a palestrante falou sobre a parceria do Sabin com o CRN-5, em que os profissionais regularmente inscritos no Conselho podem aproveitar descontos de até 30% nos exames realizados em uma das xx unidades do Laboratório. Para conferir o resumo deste segundo momento do evento, CLIQUE AQUI

Confira fotos dos melhores momentos:

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Com pouco ou nenhum valor nutricional e componentes que prejudicam a saúde a curto e longo prazo, alguns produtos devem ser descartados do cardápio infantil

Assim que a criança entra na fase de alimentação sólida, a atenção dos pais deve se voltar à qualidade da comida que ela irá ingerir. Refeições nutritivas e saborosas são prioridade no prato dos filhos, e o que não trouxer benefícios à saúde deverá ser descartado da dieta diária. “Em alimentação e nutrição deve-se pensar em saúde e bem-estar e sempre agir de maneira preventiva. A preocupação não deve surgir apenas depois de problemas instalados”, afirma Ana Carolina Terrazzan, nutricionista materno-infantil.

Mas, com a correria do dia a dia, alimentos considerados ruins aparecem no cardápio caseiro quando a pressa fala mais alto do que a qualidade de vida. A nutricionista Karoline Basquerote, especializada em educação alimentar para crianças, explica que “a facilidade do acesso a alimentos prontos para o consumo acaba levando a refeições mais gordurosas e açucaradas e ao consumo de refrigerantes e guloseimas, o que contribui para problemas relacionados à obesidade infantil, por exemplo”.

Os vilões
Sucesso entre a criançada, a dupla refrigerante e salgadinho (de saquinho) é a maior vilã da alimentação infantil. Juntos ou isoladamente, a bebida e o petisco têm valor nutricional praticamente nulo e trazem muitos males, entre eles o risco de doenças e de enfraquecimento dos ossos, por causa da alta concentração de elementos como o sódio e da presença de ácidos nas fórmulas.

Sucos industrializados (em pó ou líquidos) e bolachas recheadas, também muito queridos pelos pequenos, são igualmente ruins para a dieta infantil. O motivo: altíssima concentração de açúcar em cada porção dos alimentos.

Algumas “soluções rápidas” para almoço ou jantar figuram entre os piores alimentos para as crianças. São os nuggets, os hambúrgueres e as salsichas, que muitas vezes entram como substitutos de um bife ou filé. Quase sempre feitos com carne processada, eles não têm as proteínas que muitos pais creem fornecer aos filhos quando os colocam no prato. Para piorar, a maioria dos hambúrgueres é rica em gordura trans. O melhor é se manter fiel à carne tradicional.

Sempre pense em alternativas
Para manter a saúde e o ritmo das atividades cotidianas, é preciso saber que alimentos priorizar. O caso do macarrão instantâneo é um dos mais fáceis. Considerado maléfico por ter muito sódio, muitos conservantes e poucas vitaminas, ele pode dar lugar ao macarrão regular. “O tempo médio de preparo de um macarrão instantâneo é de três minutos, o de um não instantâneo é de oito minutos. São cinco minutos a mais para oferecer um prato saudável ao filho. Vale a pena! E no tempo de cozimento da massa é possível fazer um molho bem gostoso”, sugere Ana Carolina Terrazzan.

O suco em pó ou de caixinha deve ser substituído pelo suco natural da fruta. E se a criança apenas estiver com sede ao longo do dia, precisa beber água. Refrigerantes podem ficar reservados a apenas um dia do fim de semana; se der para evitá-los até neste dia, melhor.

O resultado desse esforço poderá ser visto em todos os aspectos da vida dos filhos. “Mantendo uma boa rotina alimentar, rica em nutrientes, a criança terá mais facilidade no aprendizado, um melhor desenvolvimento do corpo e do sistema imunológico. Os bons hábitos evitam problemas graves de saúde no presente e no futuro”, diz a nutricionista Mariana Fróes.

Autor/Fonte: MÍDIA NEWS – TEMPO REAL

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A aposentada Ester Santana, 73 anos, é uma entre centenas de baianos que luta para controlar a doença. “Por conta do descuido em toda a minha vida, hoje vivo com limitações. Não posso comer de tudo e tive que mudar a minha vida para poder viver melhor. Além disso, eu fumava desde a adolescência e só parei há dois anos depois que sofri um infarto. Vivo à base de medicamentos. Se pudesse voltar no tempo, teria mais cuidado com minha saúde, mas na época eu não tinha conhecimento”, desabafou a aposentada que tem diabetes há mais de dez anos.

Cuidar da alimentação, praticar atividade física ou parar de fumar ainda não são fatores reconhecidos pela população como medidas para prevenir o diabetes tipo 2, segundo pesquisa divulgada pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). A maioria dos entrevistados na pesquisa disse acreditar que apenas evitar o consumo de açúcar é suficiente para evitar a doença. Essa percepção, conforme a entidade é um antigo mito que dificulta o tratamento.

Ester Santana faz parte dos quase 25 milhões de pessoas na América Latina portadora da doença, sendo que praticamente, a metade delas se encontra no Brasil. No levantamento feito pela (SBD), nos últimos 10 anos, o diabetes matou mais de 479 mil pessoas no país. Embora estimativas do Ministério da Saúde mostrem que quase 10% da população com mais de 35 anos tenha diabetes, cerca de 73% dos pacientes tipo 2 e 79% do tipo 1, estão com os níveis glicêmicos fora dos índices recomendados.

Para chamar atenção da importância de se prevenir e tratar a doença, será marcado o dia 14 desse mês o Dia Mundial do Diabetes, que serve de alerta para os 13 milhões de brasileiros que sofrem com a doença. Este ano, a programação do Centro de Diabetes e Endocrinologia do Estado da Bahia (Cedeba), será realizada no bairro do Campo Grande, em Salvador, na próxima quinta-feira, com o evento “Diabetes: Universidade Aberta para o Povo”, que irá acontecer das 8h30 às 16h30.

O órgão levará informações sobre diabetes, nas faculdades da alimentação saudável, cuidados dos pés e da boca, faculdade do comprimido e insulina, saúde e cidadania e faculdade da atividade física. Cada faculdade levará as informações à população em apresentações com duração de 40 minutos, nos intervalos haverá atividades de alongamento, começando às 9h30, seguindo às 10h30 e 11h30. À tarde, a programação recomeça às 13h30.

Terá apresentações também às 14h30 e às 15h30. Sem o controle adequado das taxas de glicose, aumentam as chances de complicações cardiovasculares, renais e oculares, dentre outras. Segundo a diretora do Cedeba, Reine Chaves, A doença já é considerada pandemia e reduz a qualidade de vida, incapacita e diminui a expectativa, se não for mantida sob controle.

O objetivo do Cedeba é estimular o conhecimento sobre o diabetes na população em geral, pois quanto mais atenção existir para o controle dos fatores de risco, maiores são as chances de prevenção do diabetes tipo 2. Além disso, quanto mais cedo for diagnosticado e estabelecido um tratamento eficaz para aqueles que já são portadores do diabetes, maiores são as chances de se evitar futuras complicações da doença.

Conforme os especialistas, pacientes diabéticos têm de duas a quatro vezes mais chances de sofrer um infarto ou acidente vascular cerebral do que uma pessoa que não tenha a doença. Da mesma forma, 65% dos pacientes estão em risco de ter ou já têm algum grau de disfunção renal, condição que triplica o risco de eventos cardiovasculares. As consequências do diabetes incluem ainda disfunção sexual, alterações oculares como retinopatia e risco de cegueira e, ainda, problemas de circulação nos membros inferiores.

Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2013/11/09/diabetes-mata-479-mil-em-10-anos

 

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BRASÍLIA – O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos assinaram no dia 5 de novembro o quarto acordo para a redução de sódio nos alimentos industrializados. Nesta etapa, está prevista a diminuição de 68% do teor do ingrediente nos laticínios, embutidos e refeições prontas. A meta deverá ser atingida em quatro anos. Na nova lista estão, por exemplo, empanados, hambúrgueres, três tipos de linguiça, presuntos, requeijão e salsichas.

O acordo foi firmado em 2011 e previa a redução gradativa dos teores do mineral até 2020 de produtos industrializados. Em cada fase, uma classe de produtos alimentícios era incorporada. Com a assinatura desta terça, a última prevista, sobe para 16 as categorias atingidas pelo pacto. Entre elas estão bisnagas, massas, bolos, biscoitos e caldos. O cálculo é que 28 mil toneladas de sódio sejam retiradas do mercado até 2020.

A adesão ao acordo é voluntária. Para verificar se o compromisso está sendo seguido, o governo dispõe de três ferramentas: a análise de rótulos, a informação repassada pela indústria e a análise laboratorial. Esta última começa a ser feita nos próximos meses, com a primeira classe de alimentos que foi alvo do acordo, em 2011: massas, pães e bisnaguinhas.

O pacto de hoje prevê, por exemplo, que a muçarela tenha uma redução de 68% dos teores de sal até 2016, a maior prevista pela lista. Nessa data, empanados deverão vir com 54,8% a menos do ingrediente e a linguiça frescal, 42%. A mortadela mantida sob temperatura ambiente é o item que terá menor redução no período. Ela deve chegar em 2016 com 16% dos teores de sal atualmente apresentados.

A partir de agora, novos termos deverão começar a ser discutidos, entre eles, a redução de açúcar. De acordo com o Ministério da Saúde, o termo deverá ser assinado em 2014, já com o anúncio das primeiras categorias alvo da redução. Depois será a vez da redução dos teores de gordura.

Hipertensão. O brasileiro é um ávido consumidor de sal. De acordo com a diretora de análise de situação em Saúde, Deborah Malta, cada pessoa usa 12 gramas diárias do ingrediente, mais do que o dobro do que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS): 5 gramas. Ela garante que, caso o consumo no País fosse ajustado às metas da OMS, haveria uma redução de 15% nas mortes por Acidente Vascular Cerebral e uma queda de 10% nas mortes por enfarte. Seria possível ainda reduzir em 1,5 milhão o número de pessoas com indicação para uso de remédios para controle da hipertensão.

O Ministério da Saúde divulgou também os índices de hipertensão no País, identificados pela pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, Vigitel. O levantamento mostra que quase um quarto da população tem níveis altos de pressão: 24,3%. Um número superior ao que havia sido registrado em 2006, de 22,5%. Entre maiores de 65 anos, os indicadores são ainda mais expressivos: 59,2% da população nesta faixa etária têm a alteração.

O estudo mostra que a doença é mais comum entre as mulheres. Entre a população feminina, 26,9% são hipertensas, enquanto entre os homens o índice é de 21,3%. A escolaridade também é um fator importante: quanto mais anos de estudo, menor o porcentual. Rio de Janeiro é a capital com maior índice de hipertensos: 29,7%. Recife vem em segundo lugar, com 26,9%. São Paulo está em 15º lugar: 23,5% dos entrevistados dizem ter o problema.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,acordo-preve-reducao-de-68-do-sodio-em-laticinios-embutidos-e-refeicoes-prontas,1093437,0.htm

 

 

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