Programa do MDSA prevê atender 50 mil famílias em 2017 na área de alimentação

3/02/2017 - 03:02

O Programa Fomento às Atividades Produtivas Rurais, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), prevê o atendimento de 50 mil famílias da zona rual em 2017. A maioria vive em situação de pobreza extrema. O foco, segundo o próprio Ministério, é naquelas em situação de insegurança alimentar.

A iniciativa, que também conta com a participação da  pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), possibilitará a geração de renda com o aumento da produção, além de garantir alimentação mais saudável para toda a família. De acordo com o MDSA, o programa é uma forma das famílias saírem da extrema pobreza, uma vez que alia os serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater) e transferência de recursos não reembolsáveis.

Em 2017, o MDSA investirá R$ 70 milhões na estratégia – direcionada aos agricultores familiares, assentados da reforma agrária e povos e comunidades tradicionais em situação de pobreza.

As famílias beneficiárias são acompanhadas individualmente pelas entidades de Ater, que dão apoio técnico com o objetivo de aumentar a produção, a qualidade e o valor dos produtos. Elas ainda recebem um recurso de R$ 2.400, por meio do cartão do Bolsa Família, para a aquisição de insumos e equipamentos e assim desenvolver o projeto produtivo.

Neste ano, o MDSA e a Sead capacitarão várias entidades que atuam com as famílias. O objetivo, segundo Caio Rocha, é melhorar o resultado do programa e ensinar os técnicos a considerar não apenas os processos de produção, mas também a situação de vulnerabilidade social em que vivem as famílias atendidas. As capacitações serão feitas em todo o país com os técnicos das entidades com as quais o governo federal firmou acordos de cooperação técnica.

“Estamos trabalhando com um produtor que está dentro do Cadastro Único, alguém que está na extrema pobreza. Temos que usar o que temos de melhor em tecnologia para que ele possa se rentabilizar. Assim, em três anos, ele poderá ampliar o seu patrimônio e a renda”, avaliou o secretário.

As primeiras capacitações foram promovidas no Rio Grande do Sul e em Alagoas. As próximas serão no Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Tocantins e Distrito Federal.

Fonte: CFN e agências

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