Aracaju sediou Encontro de Nutricionistas do PNAE do Nordeste

1/04/2014 - 08:04

Nos dias 26 e 27 de março, Aracaju (SE) sediou o Encontro Técnico de Nutricionistas da Alimentação Escolar do Nordeste, promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e Programa Nacional da Alimentação Escolar (FNDE/PNAE) no auditório do Complexo Administrativo e Pedagógico da Secretaria de Estado da Educação (Seed). O evento reuniu nutricionistas e Responsáveis Técnicos das escolas atendidas pelo FNDE/PNAE da Região Nordeste. O presidente e a conselheira do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), Élido Bonomo e Rosane Nascimento; o Conselheiro e a Delegada do CRN-5 em Sergipe, Gilcélio Almeida e Mychelyne Ferreira, participaram do evento.

O objetivo foi capacitar os nutricionistas, atualizando-os quanto ao que está acontecendo na alimentação escolar no Brasil para um melhor conhecimento e aplicação das novas ações do PNAE,  tendo em vista algumas alterações na legislação vigente. Ao final do encontro,  ocorreram oficinas da Cozinha Brasil do SESI.

Nutricionistas de todos os estados do Nordeste participaram do encontro, no qual puderam assistir a palestras importantes. A diretora do Departamento de Alimentação Escolar (DAE/Seed), Ednéia Sobral, fez um balanço bastante positivo do evento. “As palestras foram muito importantes; trouxeram grande conhecimento, e todos ficaram satisfeitos. No contexto geral, acho que foi uma troca muito importante essa interação entre nutricionistas de todo o Nordeste. Além disso, nós trouxemos alguns itens da nossa merenda escolar para mostrar a eles, e todos adoraram”, afirmou.

Satisfação

Os nutricionistas que participaram do encontro demonstraram bastante satisfação com o que aprenderam no evento. Representando o estado da Paraíba (PB), o nutricionista Abel Frederico Cândido disse ter absorvido bastante informação sobre a legislação que trata da alimentação escolar. “É muito importante nós sabermos como funciona o Plano Nacional de Alimentação Escolar. É necessário que haja esse encontro todos os anos para que possamos sempre estar a par das resoluções. Aqui temos a oportunidade de ver tudo isso”, disse.

Já a nutricionista sergipana Luana Fabíola Menezes Silva destacou que o encontro consolida a importância do profissional de nutrição perante a alimentação escolar. “Os nutricionistas estão cada vez mais sendo cobrados sobre a questão da alimentação escolar, que hoje em dia está ganhando uma importância extrema, não só em relação às crianças mais carentes que estão indo para a escola, mas também a nossa importância de oferecer uma alimentação escolar segura e nutritiva. Além disso, é muito bom reconhecer o papel do nutricionista, que é a peça-chave para o desenvolvimento do PNAE”, afirmou.

Isa Liliane Morais veio do Rio Grande do Norte (RN) e falou sobre os benefícios que traz esse tipo de evento. “Esse encontro regional que acontece é muito bom porque podemos complementar o nosso trabalho dentro da alimentação escolar de acordo com as dificuldades de cada região. É maravilhoso, pois a gente discute os problemas de cada região, e isso amplia os nossos conhecimentos para colocarmos em prática o que aprendemos, tanto na faculdade como no encontro”, declarou.

Cozinha Brasil

Ao final do encontro, foi realizada uma oficina do Programa Cozinha Brasil para 80 convidados. O programa, de nível federal, trabalha a educação alimentar para combater o desperdício de alimentos, a fome e a desnutrição.

Durante a oficina, as profissionais do programa ensinaram aos participantes três receitas com o uso do aproveitamento integral do alimento: um bolo de abobrinha, uma sopa com a casca do chuchu e um suco de abóbora.

A supervisora do Cozinha Brasil em Sergipe, Juliana de Góes Souza, falou sobre as ações do programa, as quais são voltadas para a alimentação escolar. “Trabalhamos a questão da educação alimentar e este ano estamos inserindo esse tema dentro das escolas como nosso projeto voltado para crianças e adolescentes. Comumente temos parceria com secretarias de educação dos municípios para capacitar as merendeiras, a fim de que elas possam inserir o que aprenderam no curso dentro da alimentação escolar.

 *Com informações da Secretaria de Estado da Educação (Seed)

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